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Saiba Mais alguns polimorfismos e estratégias nutricionais

Sendo a “culpa” da genética ou não, é possível conseguir melhores resultados ao realizar um exame nutrigenético e ter uma dieta de precisão.
Veja só que interessante:

Polimorfismo no MC4R tem relação com os sinais de obesidade e, consequentemente, se relaciona com a obesidade. Por exemplo, se o polimorfismo for no rs17782313 (alelo de risco C), indica pior controle da ingestão alimentar e gasto energético com tendência para comportamento compulsivo. Por isso, o recomendado é a estratégia para ajuste do plano alimentar e acompanhamento para evitar os gatilhos de compulsão. Assim como:

  • Equilibrar a microbiota e o consumo de fibras para a manutenção da saciedade;
  • Estratégias para equilíbrio emocional;
  • Dormir cedo para evitar comportamento compulsivo noturno;
  • Entre outras questões relativas ao cotidiano e o que for identificado em consulta nutricional.

Se a alteração for no rs12970134, aumenta-se o risco para obesidade relacionada com a síndrome do ovário policístico, além da propensão ao acúmulo de gordura corporal, resistência à insulina e síndrome metabólica.

Polimorfismos no gene CLOCK são predispostos à ruptura circadiana o que favorece transtornos do humor.

Se houver polimorfismo (alelo de risco G) no r1801260 há desequilíbrio do ciclo circadiano (dormem mais tarde e sentem dificuldade para adormecer) e níveis mais altos de grelina (sentindo mais fome), especialmente com privação de sono (<6h). Nesses casos é maior o risco de acúmulo de gordura e dificuldade para emagrecimento, sendo importante que a pessoa mantenha sono regular (>6h por noite).

Já se o polimorfismo for no r3749474 (alelo de risco T), há maior apetite e perda da ingestão alimentar, ocasionando dificuldade para emagrecimento. Neste caso, usamos uma estratégia de controle do sono e alguns chás específicos à noite.

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